Vai uma corAE?

July 19, 2019

Prepare-se pra ler tudo o que você sempre quis saber sobre Análise de Coloração Pessoal porque hoje é dia de falar de paleta de cores, bebê!

 

 

 

Vocês pedem muito pra gente falar sobre a nossa própria cartela de cores. Então essa semana vai chover conteúdo pra você entender melhor. Aqui vou descrever o processo em linhas gerais e contar um pouco sobre a minha cartela. E se você quiser visualizar tudo isso que estou falando, clique aqui e assista o vídeo novo no canal porque nele a Carol e a Carlinha falam sobre as cartelas de cores delas e demonstram a técnica que utilizamos para saber onde cada pessoa se encaixa no mundo das cores.

 

Nós utilizamos o método sazonal tradicional e não o sazonal expandido. A principal diferença entre eles é que o tradicional divide as cartelas em quatro estações (primavera, verão, outono e inverno) e o expandido, em doze. O método expandido tem todas essas quatro cartelas com os nomes das estações, mas dentro de cada uma existe uma subdivisão. Não vou entrar em detalhes pra não confundir, mas se você quer saber o porquê do método sazonal expandido ter tantas cartelas a mais, explico: ele subdivide as cartelas pra classificar, também, as peles neutras. A gente opta por trabalhar com o método mais simples porque é infinitamente mais fácil de aplicar no dia a dia e o resultado é tão bom quanto.

 

Pode ser que você ainda não tenha conseguido entender exatamente como funciona na prática, então vamos começar do começo. A primeira etapa do processo de definição da cartela de cores de alguém é verificar a temperatura da pele, ou seja, se ela é quente ou se ela é fria. Muitas vezes acabamos percebendo que a pele é neutra (nem tão quente, nem tão fria) e, por isso, é preciso testar diversas cores de cada lado para ver em qual delas a pele se comporta melhor.

 

Muita gente nunca parou pra pensar o porquê de ser legal conhecer sua cartela de cores. Outras pessoas até sabem que existe a Análise de Coloração Pessoal, mas não entende como isso pode ajudar na rotina diária. Sempre gostamos de falar que o mais incrível de saber as cores da própria cartela é ter uma ferramenta pra ser usada do jeito que nos deixa mais feliz. Pode ser pra (1) comprar melhor porque você já estará por dentro de quais cores te deixam mais bonita e isso é um ótimo começo pra quem se sente perdida (2) comprar melhor porque você saberá quais cores funcionam com as roupas que já estão dentro do seu armário (3) ter um guarda-roupa mais versátil pois todas as peças que você pegar pra usar vão ficar lindas umas com as outras – sem erro. A lista é longa, eu poderia ficar aqui falando até amanhã. Já te convenci?

 

Vamos voltar agora para a questão de pele quente e pele fria. As peles quentes são mais douradas, mais amareladas, mais “pêssego”. É só olhar pra Carlinha! As peles frias são mais rosadas, mais acinzentadas, mais lilás. Tipo a Carol. “Ah… mas e você, Pati?”. Dá uma olhada nas minhas fotos aqui nesse post. Você consegue ter uma ideia de qual cartela é a minha? Volto pra contar.

 

 

 

Quero esclarecer um mito também. Tem gente que fala, por exemplo, que quem se bronzeia fácil tem pele dourada. Ou que quem tem pele clara é da cartela fria. Atenção: só é possível descobrir a cartela de cores fazendo a Análise de Coloração Pessoal. Eu já tive cliente loira de olho azul com a mesma cartela que a minha, pasmem! Todos os tons de pele - seja branca, negra, amarela, vermelha - vão ter suas mulheres de pele fria e quente. Não existe um estereótipo do tipo “as orientais têm pele quente”. Esqueçam isso ;)

 

Agora na prática queria contar que a Análise é feita da seguinte maneira. Primeiro colocamos as cartelas prata (fria) e dourada (quente) na frente do rosto pra sentirmos qual delas deixa a pele mais harmônica. No vídeo vocês podem perceber, por exemplo, o quanto a Carol brilha com a cartela prateada e o quanto ela parece cansada com a dourada. Com a Carlinha é o contrário, parece mágica! É visível o quanto esse processo é real, gente.

 

Depois que descobrimos se a pele é fria ou quente, temos duas opções de cada lado. Se a pele for fria, a cartela pode ser Inverno ou Verão. E se for quente, pode ser Outono ou Primavera.

 

A Carlinha é da cartela de Outono, ou seja, uma cartela quente. A paleta de outono tem como característica cores intensas e tons que podemos chamar de pôr do sol: terrosos, amarelados, terracota. Além disso, é importante dizer que cada cartela tem uma intensidade e um acabamento diferente. As cores de outono são um pouquinho mais opacas do que as de Inverno, por exemplo. As cores da cartela de Inverno brilham, e brilham muito se comparadas com a outonal. Mas em termos de intensidade elas são iguais. A Carol é da cartela Inverno, uma paleta muito mais azulada, rosada e prateada do que a da Carlinha.

 

Prometi que ia falar da minha cartela. Você tem alguma ideia de qual seja a minha? Primeiro vou colocar a foto das quatro cartelas aqui embaixo pra dar uma ajudinha:

 

 

 

Reparem na minha foto: estou de batom e brincos vermelhos e blusa cor de rosa (minha combinação favorita da vida inteira). Consegue adivinhar?

 

 

 

A verdade é que intuitivamente a gente já sabe mais ou menos quais são as cores que a gente mais gosta. Tirando a história de amor que vivi com o laranja – se você não leu ainda clica aqui – acho que sempre usei cores que estão bem dentro da minha paleta mesmo antes de ter feito a Análise de Coloração Pessoal. Eu sou intensa como pessoa e adoro usar cores profundas. E se a paleta de cores serve pra harmonizar nosso rosto, eu tendo a ir mais pras cores dentro da minha paleta que realçam ainda mais o que tenho de melhor. Como assim? É como se eu, depois de muito treino por usar minha cartela há muito tempo, fizesse “compras” dentro da minha própria cartela. De toda aquela gama enorme de cores que ficam bem em mim, eu sei as que são matadoras. Acho isso lindo!

 

Sem mais delongas, pra quem disse Inverno, acertou. Mas… tem uma diferença entre a minha pele e a pele da Carol. Enquanto a Carol é bem rosadinha, a minha cútis é fria também mas tende mais pra neutralidade. Minhas cores dentro da cartela de Inverno tem um certo ponto de contato com a cartela de outono em termos de intensidade, então, por exemplo, o dourado e o mostarda ficam bem legais em mim.

 

 

 

Tem um outro negócio legal também. Se você ama muito, muito, muito, uma cor que não está na sua cartela, tem um jeito sim de burlar. Ui! Vou dar um exemplo da minha: se eu quiser colocar uma blusa pêssego, que me deixaria bem apagada, jogaria um colarzão preto por cima porque essa cor é da minha cartela e isso ajudaria a amenizar um possível desequilíbrio. Outra alternativa poderia ser um tacar um batom rosa porque com certeza ele balancearia esse conjunto. E um último truque é: a partir do momento que você descobre sua cartela, é possível passar a investir nas cores que gosta e que não estão nela pra peças que ficam longe do seu rosto, como cintos, calças, saias, sapatos, bolsas. 

 

A gente não quer ninguém refém de cartela aqui, mas saber qual é a sua também ajuda na hora de tomar uma decisão certeira na hora de comprar. Por exemplo, você vai num casamento e gosta de quatro vestidos na loja? Exclua os que não são das suas cores.

 

Quando você passa a usar o que está na sua paleta, você acaba tendo um armário lindo e colorido que combina entre si sem fazer força alguma. Você vai ter um guarda-roupa mais a sua cara, mais versátil e vai comprar menos coisas. Afinal de contas, o que a gente quer é saber fazer escolhas certeiras. Não é? Nós só temos dentro do nosso armário o que de fato nos representa e a gente quer muito que você sinta o mesmo <3!

 

Um beijo colorido e bom final de semana,

Pati

 

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